Guia definitivo com as TOP 12 Ferramentas Gratuitas para obter mais seguidores relevantes no Twitter

Desde que comecei a usar o Twitter em junho de 2009 (obtive este dado no http://www.twittercounter.com), cada vez mais venho me impressionando e enxergando diversas possibilidades de usos saudáveis para a ferramenta. Não sou nenhum especialista em mídias sociais, mas acho que estas dicas podem ajudar àqueles que estão tentando lutar esta luta e sobreviver à esta rede.

Já testei várias ferramentas (e provavelmente ainda há várias a serem testadas), e a melhor e mais completa lista que encontrei foi a Ultimate List of Twitter Tools, que listou 285 ferramentas, separadas em categorias de acordo com suas funções.

De março de 2009 até hoje muita coisa mudou, várias destas nem funcionam mais, outras que eram gratuitas e passaram a cobrar pelo serviço, além daquelas que o próprio Twitter “derrubou”, por violarem as regras do serviço.

Mas fiz um apanhado das ferramentas que achei mais úteis, e durante a pesquisa acabei caindo em vários esquemas de Phishing no Twitter (claro que usei uma conta teste para tal).

Por isso, aviso: todas as ferramentas que vou indicar neste artigo, daquelas que precisam de seu login e senha (marcadas com um *), nenhuma delas me causou danos até então.

Fica já a dica: toda vez que uma ferramenta para o Twitter pedir sua senha, antes de sair digitando, procure no Google o nome da ferramenta para ver o que os usuários estão dizendo, e vá até pelo menos a terceira página, pois algumas empresas tem feito otimização para buscadores com avaliações positivas artificialmente criadas para conseguir sua senha.

Ao invés de simplesmente citar as ferramentas e a sua função, optei por escrever este artigo em um formato de guia, para ser seguido passo a passo (claro, pule os passos que você já fez), e se você já faz tudo o que indico aqui, e mais um pouco, sugiro que comente lá embaixo o que é este “mais um pouco”, e assim poderemos enriquecer o guia, para ajudar todos a aprender um pouco mais a como lidar com este mundo das mídias sociais.

1o passo – Tenha um Objetivo

Este guia não servirá de nada se você não souber o que quer atingir lá na frente. Este guia começará a gerar resultados em cerca de 20-30 dias de trabalho contínuo, e o seu crescimento é sempre exponencial, ou seja, quanto mais tempo você durar fazendo a manutenção da estratégia, mais rápido você vai atingir seus objetivos.

Qualquer pessoa que está procurando ferramentas no Twitter, de uma forma ou de outra está procurando mais seguidores (“followers” no inglês), ou seja, quer aumentar sua audiência, quer ser ouvido por mais pessoas. Mas se você não tiver nada a dizer, e não conversar com seus seguidores, o mesmo tempo que você levou para conquistá-los vai demorar para perdê-los, ou até mais rápido.

Neste guia não farei um manual de uso de TODAS as funcionalidades de cada ferramenta, mas apenas apresentar qual o uso delas para atingir este objetivo específico, citado abaixo.

O foco deste guia não é apenas aumentar a quantidade de seguidores que você tem, mas aumentar a quantidade de seguidores RELEVANTES. Não adianta ter 10.000 seguidores e quando você postar alguma coisa obter 100 cliques, é melhor uma audiência de 1.000 seguidores onde você consegue 300 cliques. Mantenha-se atento à esta filosofia e o guia será de muito proveito.

Agora que você definiu seu objetivo, crie sua conta no Twitter, NÃO SIGA NENHUM FEATURED USER (a não ser que você se realmente se interesse por o que ele tem a dizer), defina um background bacana, não se esqueça de escolher um avatar bem representativo, para as pessoas lembrarem, além de preencher sua “Bio” com um texto (até 160 caracteres agora) que deixe bem claro seus objetivos para o público que quer atingir.

E lembre-se de desmarcar a opção “New Followers Email:” dentro de SETTINGS -> NOTICES no Twitter, já que você vai receber muitas notificações, e não quer deixar sua caixa de emails lotada. Pode deixar que teremos uma boa ferramenta para que você siga de volta quem estiver te seguindo, automaticamente.

Alerta: já que você já tem um objetivo definido, antes de sair seguindo as pessoas (qualquer uma, inclusive), é importante que você já tenha pelo menos 5-10 tweets publicados (podem ser postados todos em seguida mesmo) em sua Timeline, mas que demonstrem às pessoas que você for seguir qual é a sua proposta. Por exemplo, se seu objetivo é divulgar artigos, já coloque link para alguns artigos. Se é dar dicas, já coloque as primeiras dicas, se é vender produtos, já fale de alguns deles. Este passo é essencial para o restante da estratégia funcionar bem.

2o passo – Configurações Iniciais

1. Twitter Counter* (http://www.twittercounter.com)

Esta é a melhor ferramenta gratuita para calcular sua evolução de seguidores. É uma ferramenta muito boa para que você avalie quais são as estratégias que estão dando certo para você. A ideia de acessar a ferramenta logo no começo não é para já ver os dados, pois ela só começa a registrar os seus dados depois do seu primeiro login.

Simplesmente acesse a página inicial do serviço, clique em “Add yourself, it’s free” (conforme a seta vermelha na imagem abaixo) e digite seu login e senha do Twitter na janela que abrir. Depois disso, é só ignorar todas as opções e clicar em “Sava Settings” (Se você já estiver logado no Twitter, é só clicar em “Allow” na janela que abrir). Pronto! A partir daí seus dados de número de seguidores passarão a ser registrados diariamente.

Twitter Counter - Estatísticas de Visitantes

2. Klout* (http://www.klout.com)

O Klout é uma ferramenta que se propõe a fazer a análise da sua influência no Twitter. A ferramenta divide os usuários de sua rede (que você segue, ou que te seguem) e agora no começo só se inscreva nela para começar a contar seus dados.

Para isso, acesse a página inicial do serviço, digite seu nome de usuário no campo de busca e clique em “Go”. Se ele mostrar uma tela dizendo que seu usuário não foi encontrado, clique em “Register”, preencha os campos e depois “Register” novamente. Na janela que abrir vá em permitir, depois digite seu login e senha (caso não esteja logado no Twitter) e clique em “Allow”. Pronto! Ele já está registrando suas informações a partir de então.

Klout - Estatísticas de Influência no Twitter

Tanto para o Twitter Counter quanto para o Klout você não precisa se preocupar com os dados emitidos por eles por enquanto, o objetivo mesmo era só fazer com que eles passassem a registrar suas informações.

3. SocialOomph* (http://www.socialoomph.com)

Esta é uma ferramenta completa (com versão grátis e paga), mas que vamos nos aproveitar de apenas uma função da versão gratuita, que é o Auto-Follow (Seguir quem te segue automaticamente).

Uma das discussões bastante acaloradas no Twitter é se você deve seguir todas as pessoas que te seguem. Dentro do propósito deste guia, esta deve ser uma prática a ser adotada, por ser um gesto gentil, e que faz com que as pessoas mantenham-se como suas seguidoras (já que muitas pessoas deixam de seguir aqueles que não os seguem de volta). E é bom também ser gentil, pois é muito mais provável que um amigo clique em um link seu, do que um inimigo.

Para usar a ferramenta acesse a página principal do serviço, depois clique em “Register Now” (conforme a seta vermelha na imagem abaixo). Depois disso preencha seus dados (criando um login e senha para a ferramenta, que não precisa ser o mesmo do Twitter), clique em “OK” e você receberá um email de confirmação com um link. Clique neste link, e na página que abrir, não clique em “Submit”, clique na parte superior direita em “Login”. Preencha com seus dados de login e senha no SocialOomph.

Ao acessar a página principal do serviço, no menu à esquerda clique em “Social Account”. então em “Add New Account” e depois “Add Twitter”. Aí clique em “Authorize Access”, e na tela que abrir clique em Allow (preencha seu login e senha do Twitter caso não esteja registrado).

Agora que a ferramenta identificou sua conta, você tem que marcar a opção “Auto-Follow” e clicar em “Save”. Pronto! Agora todos que lhe seguirem serão seguidos de volta, automaticamente.

SocialOomph - Ferramenta de Auto-Seguir no Twitter

Obs: Esta ferramenta possui mais uma função que algumas pessoas optam por utilizar, que é a de enviar uma mensagem direta (DM) automática para todos que começam a seguir sua conta. Diz-se que isto aumenta o grau de lealdade com seu perfil, retendo mais seguidores. Se você quiser usar esta função, faça uma mensagem de até 140 caracteres no campo “Send This Message” e marque a opção “Auto Welcome”. Não se esqueça de clicar no “Save” para salvar as alterações.

4. Your Twitter Karma* (http://dossy.org/twitter/karma/

(OBS: OPCIONAL PARA QUEM JÁ USAVA O TWITTER ANTERIORMENTE)

Esta ferramenta é bastante útil para saber quem são as pessoas que só estão te seguindo, mas que você não está seguindo de volta. Neste caso, serve para que você siga as pessoas que já te seguem e você ainda não segue, pois o SocialOomph só faz esta automação para os novos “seguidos”.

Para usar a ferramenta, acesse a página inicial do serviço e digite seu login e senha, e pressione o botão “Whack!”, conforme a imagem abaixo. A ferramenta pode demorar um pouco, mas ao final do processo vai mostrar uma lista de usuários. Aí você pode selecionar na parte superior, no campo “Show” a opção “Only Followers”, depois rolar a página lá pra baixo da lista de usuários, e clicar no botão “Check All” e depois no botão “Bulk Follow”.

Yout Twitter Karma - Siga quem te segue no Twitter

Pronto! A partir de agora pode deixar que o SocialOomph faz o serviço com os novos usuários, e o Your Twitter Karma cuida dos antigos.

3o passo – Seguindo os primeiros usuários

Agora que as ferramentas de estatísticas estão devidamente configuradas, vamos começar seguindo os primeiros usuários.

4. Twellow (http://www.twellow.com)

As páginas amarelas do Twitter. Esta é a proposta desta ferramenta, que além de servir como um guia de perfis do Twitter, organiza seus resultados de busca por ordem decrescente de número de seguidores do perfil. Isto faz com que você consiga rapidamente identificar quais são os perfis mais seguidos (não necessariamente os mais influentes) de um dado segmento.

Para usar a ferramenta, na página principal do site, no campo “Search” digite uma área de interesse sua, e depois clique no botão “Search”. Caso queira também, pode digitar o nome de uma localidade (cidade, estado, região, país), e escolher uma categoria dentro da lista do campo “Within” para procurar por localidade. Na página de resultado de busca você já pode ir clicando em cada usuário que deseja seguir, baseado na sua descrição, nome, número de seguidores e foto.

Twellow - As páginas amarelas do Twitter

5. FollowerWonk (http://www.followerwonk.com)

Esta ferramenta apresenta praticamente os mesmos resultados do Twellow, mas com a diferença que aqui você pode ordenar não só por número de seguidores, mas por número de “Friends” (amigos). Um número alto de amigos indica que aquele usuário possui a prática de seguir de volta quem o segue. E nada melhor que já começar no Twitter com alguns seguidores bastante relevantes.

Followerwonk - Busca de usuários por assunto no Twitter

6. Twitter Grader (Location) (http://twitter.grader.com/location)

Esta ferramenta é mais útil para aqueles que querem encontrar usuários bastante seguidos em determinada localidade (cidade, estado, região ou país). Este site não organiza os resultados por usuários mais seguido, mas sim por uma nota (“Grade”, no inglês – um conceito quase que arbitrário, mas uma boa referência de classificação). Aí você pode seguir os usuários mais seguidos da localidade selecionada.

Para usar a ferramenta acesse sua página principal, digite o nome da localização desejada no campo “Location” e clique no botão “Go”, conforme a figura abaixo.

Twitter Grader - Encontre usuários do Twitter com base na localização

4o passo – Informação privilegiada sobre quem seguir

Agora que você já encontrou alguns usuários bastante seguidos no Twitter, vamos partir para as informações mais interessantes. Lembre-se, um usuário ter muitos seguidores não indica que ele é relevante (olhe o tanto de gente que assiste o Big Brother Brasil), então é hora de descobrir quem realmente dita o caminho em sua área de interesse.

É nesta etapa que você irá obter qualidade utilizando quantidade. Você depende de ter seguido já algumas pessoas (pelo menos 15-30), usando as técnicas do passo anterior, para aproveitar bem essas ferramentas abaixo.

Antes de entrar nas ferramentas, quero aproveitar para falar que, neste momento, tendo acessado alguns perfis de usuários, irá reconhecer alguns nomes de personalidades do seu segmento, e uma ótima ferramenta para encontrar outras pessoas também relevantes, é procurar pelas listas em que estas personalidades estão inclusas (procure pelo link “Listed” sempre com o número de listas em que aquele usuário aparece). Navegando pelas pessoas que estão em listas que estes usuários também estão é um ótimo caminho para encontrar usuários relevantes.

7. Who follows Whom (http://www.whofollowswhom.com)

Depois que você identificou os usuários mais seguidos da sua área, use esta ferramenta para fazer uma comparação entre até 5 usuários (quanto mais, melhor), e ela vai listar quem são os usuários em comum, seguidos por todos, e também os seguidos apenas por alguns deles. É uma ótima maneira de achar pessoas influentes no meio.

Para usar a ferramenta, acesse a página principal, digite o nome de pelo menos dois usuários bastante seguidos de um mesmo segmento (se quiser comparar mais de 2, clique em “Add another username”, como indica a seta verdade na imagem abaixo), e clique em “Find Out Results”. O resultado será uma lista de usuários em comum que seguem E são seguidos por aqueles usuários. Sugiro trabalhar na coluna da direita “Following…”, pois estes são usuários mais relevantes no que tange gerar conteúdo.

Dica: se estiver um pouco perdido para começar, experimente colocar ali os 5 usuários mais seguidos do seu segmento, conforme as buscas demonstradas nas ferramentas 4, 5 e 6.

Who Follows Whom - Encontre usuários relevantes no Twitter

8. Twubble* (http://www.crazybob.org/twubble/)

A ideia do Twubble é bem simples, assim como seu uso. Ele vai indicar pessoas para você seguir, baseado nas pessoas que você já segue. Ele rastreia todas as pessoas quem as pessoas que você segue estão seguindo (nossa…) e mostra em ordem decrescente de importância aqueles que mais seguidores seus estão seguindo. Com um mecanismo simples desse, a ferramenta consegue indicar excelentes contatos para você começar a seguir.

O Twubble tem uma limitação, e seu uso é melhor para quem está começando (que imagino ser o seu caso, caro leitor), e ainda segue pouca gente (até +- 100 pessoas). Acima disso a ferramenta coloca um aviso, dizendo que pode acabar indicando pessoas que você já segue, e se confundir.

Para usar a ferramenta, acesse a página principal e clique no botão “Find some friends!” conforme a figura abaixo. Na janela que abre, digite seu login e sua senha e clique em OK. Na próxima tela ele pode demorar um pouco, e vai mostrando os resultados mesmo enquanto ainda está buscando. Sugiro que você espere ele concluir a busca antes de usar. Quando ele terminar a busca (você saberá disso quando sumirem as setinhas girando e a mensagem “Getting username friends…”). Neste ponto você terá uma lista de quem são as pessoas mais seguidas por quem você segue, priorizando pelas mais seguidas. Aí é só clicar no botão “Follow” ao lado de cada perfil que você já estará seguindo.

Twubble - Mais usuários relevantes no Twitter

5o passo – Manutenção dos seguidores

Agora que você já está seguindo um número considerável de pessoas, começa a ter que lidar com a questão da manutenção dos seguidores.

Agora é hora de começar a ler, responder, comentar e RTuitar o que as pessoas influentes falam, ouvir e responder quem conversa contigo. Esta é na verdade a receita para o sucesso nas redes sociais, este manual só está te dando um “empurrãozinho”.

Não se esqueça também de cumprir seu objetivo, ou seja, fornecer textos, links, informações ou comentários para seus seguidores, são eles que vão permitir sua escalada para o topo.

6o passo – Analisando Estatísticas

Agora que você já está seguindo um número considerável de pessoas, começa a ter que lidar com a questão da manutenção dos seguidores. Se você estiver seguindo este manual à risca, em 10-15 dias você já deve estar com pelo menos 200 seguidores (pode variar dependendo do seu nicho de atuação).

Agora (e sempre) é a hora de analisar as estatísticas e verificar qual estratégia funcionou, e/ou qual não foi tão boa assim.

Através do Twitter Counter (http://www.twittercounter.com), que agora já vai ter um gráfico de 15 dias, você poderá ver um gráfico em linha, que demonstra a tendência de crescimento do seu número de seguidores, sabendo identificar quais foram os Tweets que fizeram você ganhar ou perder seguidores (os dados são atualizados diariamente).

Já o Klout (http://www.klout.com) fornecerá um gráfico com quatro quadrantes, numa matriz de Influência (Conversas e RTuítes) x Audiência (Número de Seguidores). Veja um exemplo do gráfico abaixo:

Matriz do Klout - Analisando sua Influência no Twitter

Estes quatro quadrantes definem quatro perfis de usuários, Casual (“Casual”), Climber (“Escalador”), Connector (“Conector”) e Persona (“Celebridade”). Se você fez tudo corretamente, deve estar enquadrado como um “Escalador”, e já deve ter conseguido alguma boa Audiência. Agora é a hora de conseguir Influência, e agora já com 10-15 dias acompanhando as conversas das pessoas relevantes que você segue, já deve ter assuntos em mente, ou até perguntas a fazer a estas pessoas, e é exatamente essa conversa que fará com que você evolua para um “Conector” e futuramente para uma “Celebridade” no Twitter.

Estas duas ferramentas de monitoramento são excelentes indicadores para que você possa avaliar os resultados de suas estratégias.

Se o site para o qual você direciona os cliques possui o Google Analytics instalado, procure a seção “Links de outros sites” dentro de “Fontes de Tráfego” e veja quantas visitas acessaram seu site oriundas do domínio twitter.com – Isso ajuda você a saber também quantas pessoas estão efetivamente clicando nos seus links e acessando seu site.

7o passo – Mais algumas dicas úteis

Agora que você já aprendeu o caminho para obter um número considerável de seguidores, vou apresentar algumas ferramentas adicionais que podem ajudar em sua empreitada.

9. HootSuite* (http://www.hootsuite.com)

O HootSuite é uma ferramenta completa, que para fins deste guia, utilizaremos para três fins:

9.1 – Monitoramento de palavras-chave: agora você já está seguindo pessoas influentes de determinado segmento, e isso vai te ajudar a encontrar potenciais clientes. Mas que tal encontrar pessoas que estão procurando pelo seu tipo de produto, ou por um tipo de informação que você precisa? No HootSuite você pode definir quantas palavras-cahve quiser, que ele fará o monitoramento constante de pessoas no Twitter que digitem a(s) palavra(s)-chave desejada(s).

Para definir um monitoramento procure o botão “Add Column”, no canto direito da tela, e então, na janela que abrir, escolha a opção “Keyword Tracking” na lateral esquerda, depois digite a palavra-chave desejada, e clique em “Add”. Você pode escolher até 3 palavras-chave, e então clicar em “Create Column”. Pronto! Agora a partir de então tudo o que falarem sobre a determinada palavra-chave aparecerá por ali.

HootSuite - Gerenciando seus seguidores

9.2 – Gestão de múltiplas contas: você pode também acrescentar mais de uma conta do Twitter (ou de outra rede social) para que possa rapidamente acompanhar mensagens diretas, respostas ou citações para cada uma de suas contas, assim como Twittar de cada uma delas. Uma vez que você aplique com sucesso este manual para uma conta, vai ter facilidade de fazê-lo para outras contas também, aumentando seu portifólio (mas mantenha sempre em mente o objetivo de cada conta, sem desvirtuar-se deles).

9.3 – Agendamento de tweets: esse é o grande diferencial desta ferramenta (já que os outros dois itens podem ser feitos por várias outras ferramentas), o HootSuite permite que você planeje seus tweets com antecedência, ou seja, você pode escrever um twitte, mas antes de clicar em “Send Now” (enviar agora) para enviá-lo, clicar em “Send Later” (enviar depois) e clicar na data no calendário e depois no horário que quer que este twitte seja postado. Este é um potencial que não pode ser desperdiçado, já que permite que você adiante, em uma única sentada, uma semana (ou um mês, ou até um semestre) de trabalho agendando seus twittes.

Vi em algumas fontes que o melhor horário para você ser lido, clicado e RTuitado é entre as 13h e 16h, principalmente na segunda-feira. Recomendo que você agende seus twittes sempre para este horário.

Lembre-se que o agendamento de twittes não elimina a necessidade de ouvir o que está acontecendo, muito menos de conversar com seus seguidores, mas ajuda no trabalho principal de twittar textos, dicas ou fazer propaganda de produtos. Os agendamentos também podem ser desfeitos ou re-agendados caso ocorra alguma mudança de estratégia.

Para começar a usar a ferramenta é só abrir a página inicial do serviço e clicar no botão verde “Sign Up Now” e preencher os seus dados. Depois de cadastrados você pode procurar a opção “Settings” na parte inferior, e na janela que abrir a opção “Social Networks” para inserir as contas de Twitter (e até de outras redes sociais) que você faz parte.
Tela de Login do HootSuite

12. Twitter Feed* (http://www.twitterfeed.com)

(OBS: OPCIONAL PARA QUEM QUER ATUALIZAR O TWITTER A PARTIR DO FEED RSS DE UM BLOG)

Se a fonte de tweets para sua conta é um blog, você pode vincular os posts que faz no blog para terem seus links postados automaticamente no Twitter.

Para usar a ferramenta, acesse a página principal de serviço, clique em “Register Now” conforme a seta vermelha na imagem abaixo. Na tela que abre preencha seu email e uma senha, clicando em “Register”. Na próxima tela que abrir você já pode inserir um nome (para organização) e o endereço de um Feed RSS, e se clicar em “Advanced Settings” pode definir um prefixo (“Post Prefix”) para seus posts. Na próxima tela você clica em “Twitter” logo abaixo de “Available Services” e na próxima tela clica no botão azul “Authenticate with Twitter”, e depois clica em Allow.

Twitter Feed - Posts automáticos do seu blog para o Twitter

11. ChirpCity (http://www.chirpcity.com)

Se você precisa acompanhar o que é falado por pessoas de uma cidade específica (latest tweets in…), ou o que se fala no Twitter sobre aquela cidade (latest twwets about…), é só acessar a página principal desta ferramenta, digitar o nome da cidade (se quiser filtrar melhor, use o estado e até país), que ele manterá uma lista atualizada constantemente destas duas informações, específica para sua cidade. É uma ótima maneira de se inserir num contexto local.

chirpcity - acompanhando atualizações por cidade

8o passo – Limpando a casa

Agora que você já desenvolveu estas estratégias, e está já há 20-30 dias procurando pessoas para seguir, e tendo não só fornecido informações como conversado com várias pessoas, é hora de limpar sua lista de “seguidos”, retirando aqueles perfis que não têm agregado à sua estratégia.

Obs: Não faça esta limpeza antes de 30 dias após a última vez que seguiu algum perfil, para que os usuários que você escolheu após tão dedicada pesquisa tenham tempo de seguí-lo de volta.

Você pode utilizar o Your Twitter Karma (ferramenta 4 deste guia) para identificar quais são os perfis que você segue, e que não te seguem novamente. Desta vez, no campo “Show” selecione a opção “Only Following”. O sistema irá mostrar quem são as pessoas que você só segue, mas que não lhe seguem novamente.

O único ponto negativo, neste caso, é que não é mais possível deixar de seguir todos os perfis encontrados de uma vez só. Então é um trabalho mais manual, onde você pode clicar na foto de cada um dos perfis (abrindo uma nova janela), e clicar na opção “Unfollow”, dentro do ícone que contém uma engrenagem.

12. UnTweeps* (http://www.untweeps.com)

Para usar a ferramenta, acesse a página principal do serviço, clique no botão “Sign in with Twitter”, conforme a imagem abaixo. Na tela que abrir preencha seu login e senha (se já estiver logado no Twitter não há necessidade), e clique em Allow. Na próxima tela ele pedirá que você preencha quantos dias inativos (sem twittar) você quer que ele faça a busca (padrão = 30). Escolha o período (recomendo 60-90 dias) e clique em “List Stale Tweeps”. Na lista em que abrir, deixe marcado todos os usuários que não quer seguir e ao final da página clique em “Unfollow Selected Tweeps”.

Untweeps - Deixe de seguir quem não te segue

Espero que este guia tenha ajudado, e aguardo Feedback através dos comentários abaixo para aprendermos juntos!

Ferramenta para checar redirecionamento amigável para SEO

Um dos fatores on-page que vão influenciar a navegabilidade do seu site, é a facilidade que o buscador terá em saber para qual página os links estão apontando. O problema acontece nos casos em que, por um (ou mais) destes motivos:

  • Uma nova versão do site está sendo desenvolvida em uma pasta diferente da raiz (/);
  • O site está sendo migrado para uma nova estrutura, por conseqüência terá um novo endereço;
  • Você está trocando de domínio.

Sendo assim, você precisará informar o Google que o endereço antigo de determinada página do seu site agora está em um novo endereço. É nessa hora que os programadores que não possuem conhecimento de SEO podem cometer algum erro. As duas formas de redirecionamento que são bem lidas pelos buscadores são:

  • Redirecionamento 301 – Permanente
  • Redirecionamento 302 – Temporário

Ok, meu webmaster (ou eu mesmo) fiz um redirecionamento para uma nova pasta, e ele está funcionando para os visitantes (juro! Eu mesmo testei no meu navegador), como vou saber se ele é 301 ou 302, ou ainda se estou utilizando uma ferramenta inadequada?

Para isso, a WebConfs desenvolveu uma ferramenta muito simples para checar se o redirecionamento de um endereço é amigável para SEO.

A ferramenta chama-se Redirect Checker, e ela possui um mecanismo extremamente simples. Vamos agora a uma seqüência passo a passo para você aprender a verificar se o seu redirecionamento está legal:

Página inicial do redirect checker da Webconfs

Página inicial do redirect checker da Webconfs

Comece abrindo o endereço:  http://www.webconfs.com/redirect-check.php (conforme imagem acima) e digite o endereço anterior da página seu site. Por anterior refere-se ao endereço “errado” que usuário vai digitar, que o fará então ser redirecionado para o novo endereço daquela página.

Neste caso estou testando o endereço http://www.gestaoativa.com.br. Após digitar o endereço na caixa, é só clicar no botão “submit”.

Resultado positivo de Redirecionamento Amigável

Resultado positivo de Redirecionamento Amigável

Neste caso, a ferramenta encontrou que o site possui um redirecionamento para o endereço http://www.gestaoativa.com.br/home/ e também que o redirecionamento é amigável aos buscadores (Mensagem em inglês: “The Redirect is Search Engine Friendly”)

Neste caso você não precisa se preocupar, pois a mudança de página será bem compreendida pelos buscadores (assim como pelos visitantes).

Resultado negativo de redirecionamento amigável

Resultado negativo de redirecionamento amigável

Agora se você receber a mensagem acima: “Either http://www.enderecodigitado.com.br is NOT REDIRECTING to any URL or the redirect is NOT SEARCH ENGINE FRIENDLY”, existem duas possibilidades:

  1. O endereço digitado não redireciona para nenhuma página: “… is NOT REDIRECTING to any URL”, e para saber se este é o caso, digite o mesmo endereço que digitou na caixa de busca do site, agora em seu navegador, e veja se depois do site aberto há alguma mudança de endereço. Se não houver, ok, você não precisaria estar lendo este artigo.
  2. O redirecionamento não é amigável aos buscadores: “… the redirect is NOT SEARCH ENGINE FRIENDLY”, se você digita o site no navegador e ele leva você para outra página, e você recebeu essa mensagem, é hora de se preocupar, pois seu webmaster não se preocupou com a otimização para buscadores.

Nanuni Kokoritu e a campanha da Mestre SEO

Estou agora oficialmente participando da campanha da Mestre SEO Nanuni Kokoritu.

Os caras tiveram a brilhante ideia de fazer um desafio para ver quem consegue a melhor posição para os resultados de busca com o termo: “Nanuni Kokoritu”.

Agora quero participar também, e consegui uma foto do raríssimo cão Nanuni Kokoritu, em uma casa Nepalesa típica.

Nanuni Kokoritu - Exemplar raro usando uma camiseta do Nepal

Nanuni Kokoritu - Exemplar raro usando uma camiseta do Nepal

Obs1: eu acho que o prêmio deveria incluir links em outros sites (pois a MestreSEO vai ganhar muitos!)

Obs2: este é um post de ficção, apenas para participar do desafio. Este cão na verdade está assim dado o uso indiscriminado de drogas alucinógenas de baixo impacto

Update 19:23 – Para quem quiser acompanhar os resultados: http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=nanuni%20kokoritu&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=iw

Update 11:30 – Vídeo da fuga do Nanuni Kokoritu – http://www.youtube.com/watch?v=4ur_xRmYfWs

Update: 25/12 – Ho ho ho, a 12 dias do campeonato e em 11º lugar na busca. Agora vem a estratégia da semana final!

Update: 27/12 – 10º lugar, mais nove para chegar lá!

Update:  06/01 – Procurando da Europa, estamos em 1º lugar na busca:

Resultado de busca Nanuni Kokoritu da Espanha

Resultado de busca Nanuni Kokoritu da Espanha

Mas parece que na busca do Brasil estamos em 20º. Agora é esperar o resultado amanhã.

Diretrizes de layout e criação para sites

Um dos problemas que encontramos quando vamos desenvolver sites em cima de layouts produzidos por pessoas com pouco ou nenhum conhecimento de Recorte CSS (o
que é usado hoje para deixar um site em “formato” de site, e não imagem), é que algumas diretrizes não são seguidas, e isto cria um problemão para a equipe
de desenvolvimento (nós), e muitas vezes para o cliente (sabe quando a empresa de design liga dizendo: “Veja bem, isto que você desenhou aqui… não vai
dar!”.
Sendo assim, Segue então algumas diretrizes de desenvolvimento de layout para Web, espero que ajude em uma possível parceria com uma empresa de
desenvolvimento.
Obs: alguns comentários têm a ver com Arquitetura do Site, que é uma etapa antes do desenvolvimento do layout, mas que acaba sendo realizada em conunto,
então achei importante colocar junto nas mesmas diretrizes.
1 – Hoje em dia já temos mais de 80% das resoluções de site acima de 800×600. Ou seja, a largura do seu site deve ser ajustada para 1024px. Ou seja,
recomendamos que use a largura máxima de 998 px, que é o suficiente para bordas e barras de rolagem.
2 – E por falar em barra de rolagem, sites com altura fixa e barra de rolagem interna (ou até mais de uma barra de rolagem na mesma página) são muito ruins
para a navegação, e depois, como o conteúdo do site vai mudando ao longo do tempo, todo aquele planejamento que você fez para as fotos encaixadas
milimetricamente com o texto, a hora que o cliente resolver mexer no texto para acrescentar ou tirar algo, vai desregular tudo. Lembre-se, sites crescem.
Então é melhor planejá-los pensando nisso
Obs: Claro, se você estiver fazendo um Hotsite (site temporário), para um evento, que vá durar só 3 meses, e a programação não vai mudar de última hora
(lenda), fique à vontade!
3 – Tudo o que puder ser feito em formato texto, deve ser transformado para texto, utilizando fontes padrão, presentes em qualquer sistema operacional
(Arial, Times, Verdana, Georgia). Motivos:
3.1 – Os buscadores (Google, Bing, Yahoo, etc..) apenas conseguem enxergar aquilo que está em formato texto em seu site, então tudo o que tiver feito
como imagem terá de ser definido pela equipe de programação, o que é muito melhor quando já é um texto
3.2 – Imagine que daqui um tempo você precise acrescentar um novo item no menu de seu site, será muito mais fácil usar apenas código-fonte para gerar
mais um botão, do que ter que recriar o botão todo novamente
3.3 – Hoje em dia, o mercado muda muito, por conseqüência, os sites devem ir se ajustando a estas mudanças, então, se você produzir os itens de menu em
texto, fica muito fácil do cliente gerenciar estas mudanças na própria área administrativa do site, agora se for um botão em imagem, e ainda com uma fonte
estranha (que depois de 6 meses você talvez nem tenha ela mais em seu computador), estamos enrolados!
4 – Se você insistiu em usar fontes fora do padrão, pedimos apenas que não se esqueça de enviar junto com o arquivo-fonte (Corel, Photoshop, Fireworks ou
Illustrator), pois nem todo mundo tem a Garamond Royal Reck Schanuser Planter-Font instalada. (Principalmente se você COMPROU a fonte).
5 – Se mesmo sabendo que existe o Illustrator você ainda usa o Corel Draw, OK, escolha sua, mas antes de salvar o arquivo que vai mandar para a equipe de
desenvolvimento use o comando CTRL+F2 para limpar o “lixo” que o Corel gera a cada mudança. Use esta técnica e não vai mais demorar 15 minutos para abrir
arquivos de 1 MB, ou mais de uma hora para arquivos de 500 MB.
6 – Quando for finalizar um layout para ser enviado para a empresa de programação, não travar o programa para exportar, e procurar sempre organizar o arquivo
em camadas, que podem ser depois desmontadas por quem vai fazer o recorte do seu layout, e transformada nos elementos que irão para a versão dinâmica do
site.
7 – Quando enviar o site, lembre-se que não basta a página principal para o profissional de recorte descobrir o que vai ter nas outras páginas do site.
Procure desenhar TODAS as páginas (inclusive aquela quando o cara clicar em MAIS NOTÍCIAS), até por que, as vezes você dá o nome a uma seção de Destaques e
imagina que vão aparecer as modelos do site em destaque, mas o programador pode achar que é um cadastro de articulistas em destaque. E eu não quero ver o
Arnaldo Jabor de biquini.
Sub-seção especial: Animações em Flash!
Outra situação muito comum é o cliente (ou até a criação da agência) querer fazer uma versão mega-maxi-ultra-flash-animado-piscante do site. Nada contra as
coisas chamarem atenção, mas vão aí alguns comentários:
1 – A tecnologia Flash permite os efeitos mais animação. Quando falamos de usabilidade na internet o efeito de “transição” entre as páginas é péssimo,
principalmente para o visitante que entrou no site para buscar alguma informação útil. Eu sei que as vezes pode parecer, em sites normais, que eles estão
meio caidinhos, mas aquilo agiliza muito a busca pela informação no site. Conheço e sei o efeito que a animação em flash provoca no DONO do site, que gosta
de ver seu negócio piscando, se mexendo e flutuando, mas quem visita não é admirador de vocês, é alguém que quer contratar o serviço.
2 – O fato de se usar o flash, deixa o site muuuuito demorado para carregar, o que incomoda totalmente o visitante, e se ele tiver em bandas lentas (menos de
2 MB), o site demora uma eternidade para carregar. Isto para abrir, pois depois, para carregar cada página no site, outra eternidade.
3 – Um outro detalhe é que o site feito em flash é pouco flexível, ou seja, a possibilidade de atualização das informações é custosa, pois toda vez que você
tiver que mudar fotos ou textos no site, precisará da empresa que desenvolve (que não trabalha de graça). Já no modelo de programação em HTML (com banco de
dados), há a possibilidade de atualizar praticamente TODAS as fotos, textos e notícias do site, através de um portal que agiliza muito para abastecer este
conteúdo.
4 – Um outro aspecto mais técnico, é que os buscadores (Google, Yahoo, Bing, etc…) têm um problema gravíssimo com sites feitos em flash, e quando ele tenta
encontrar informações daquele site, para colocar o site como resultado de busca, não aparece bem. As vezes procuramos no Google por empresas usando como
termo de busca o próprio nome da empresa, e ela nem aparece. Se a empresa não aparece bem para seu próprio nome, imagine para palavras-chave relacionadas à
sua empresa, buscadas por pessoas que não necessariamente te conhecem.
5 – Um outro aspecto é a Música no site. Eu sei que parece que fica legal, mas na 3a vez que a pessoa entrar no seu site ela vai querer morrer, e não vai
agueOutra contar mais a música. Falo por experiência, de váários sites que a pessoa insistiu na música, e deu dois meses, quis tirar fora..
6 – Outra coisa é o preço mais abusivo do flash, que por dar mais trabalho e ser menos flexível, demanda um prazo maior e um custo também. Sem contar que
cada alteração gera também novo custo.
Espero que estas diretrizes ajudem, e espero mais ainda por respostas e discussões em cima destes pont

Um dos problemas que encontramos quando vamos desenvolver sites em cima de layouts produzidos por pessoas com pouco ou nenhum conhecimento de Recorte CSS (o que é usado hoje para deixar um site em “formato” de site, e não imagem), é que algumas diretrizes não são seguidas, e isto cria um problemão para a equipe de desenvolvimento (nós), e muitas vezes para o cliente (sabe quando a empresa de design liga dizendo: “Veja bem, isto que você desenhou aqui… não vai dar!”.

Sendo assim, Segue então algumas diretrizes de desenvolvimento de layout para Web, espero que ajude em uma possível parceria com uma empresa de desenvolvimento.

Obs: alguns comentários têm a ver com Arquitetura do Site, que é uma etapa antes do desenvolvimento do layout, mas que acaba sendo realizada em conjunto, então achei importante colocar junto nas mesmas diretrizes.

1 – Hoje em dia já temos mais de 80% das resoluções de site acima de 800×600. Ou seja, a largura do seu site deve ser ajustada para 1024px. Ou seja, recomendamos que use a largura máxima de 998 px, que é o suficiente para bordas e barras de rolagem.

2 – E por falar em barra de rolagem, sites com altura fixa e barra de rolagem interna (ou até mais de uma barra de rolagem na mesma página) são muito ruins para a navegação, e depois, como o conteúdo do site vai mudando ao longo do tempo, todo aquele planejamento que você fez para as fotos encaixadas milimetricamente com o texto, a hora que o cliente resolver mexer no texto para acrescentar ou tirar algo, vai desregular tudo. Lembre-se, sites crescem. Então é melhor planejá-los pensando nisso.

Obs: Claro, se você estiver fazendo um Hotsite (site temporário), para um evento, que vá durar só 3 meses, e a programação não vai mudar de última hora (lenda), fique à vontade!

3 – Tudo o que puder ser feito em formato texto, deve ser transformado para texto, utilizando fontes padrão, presentes em qualquer sistema operacional (Arial, Times, Verdana, Georgia). Motivos:

3.1 – Os buscadores (Google, Bing, Yahoo, etc..) apenas conseguem enxergar aquilo que está em formato texto em seu site, então tudo o que tiver feito como imagem terá de ser definido pela equipe de programação, o que é muito melhor quando já é um texto

3.2 – Imagine que daqui um tempo você precise acrescentar um novo item no menu de seu site, será muito mais fácil usar apenas código-fonte para gerar mais um botão, do que ter que recriar o botão todo novamente

3.3 – Hoje em dia, o mercado muda muito, por conseqüência, os sites devem ir se ajustando a estas mudanças, então, se você produzir os itens de menu em texto, fica muito fácil do cliente gerenciar estas mudanças na própria área administrativa do site, agora se for um botão em imagem, e ainda com uma fonte estranha (que depois de 6 meses você talvez nem tenha ela mais em seu computador), estamos enrolados!

4 – Se você insistiu em usar fontes fora do padrão, pedimos apenas que não se esqueça de enviar junto com o arquivo-fonte (Corel, Photoshop, Fireworks ou Illustrator), pois nem todo mundo tem a Garamond Royal Reck Schanuser Planter-Font instalada. (Principalmente se você COMPROU a fonte).

5 – Se mesmo sabendo que existe o Illustrator você ainda usa o Corel Draw, OK, escolha sua, mas antes de salvar o arquivo que vai mandar para a equipe de desenvolvimento use o comando CTRL+F2 para limpar o “lixo” que o Corel gera a cada mudança. Use esta técnica e não vai mais demorar 15 minutos para abrir arquivos de 1 MB, ou mais de uma hora para arquivos de 500 MB.

6 – Quando for finalizar um layout para ser enviado para a empresa de programação, não travar o programa para exportar, e procurar sempre organizar o arquivo em camadas, que podem ser depois desmontadas por quem vai fazer o recorte do seu layout, e transformada nos elementos que irão para a versão dinâmica do site.

7 – Quando enviar o site, lembre-se que não basta a página principal para o profissional de recorte descobrir o que vai ter nas outras páginas do site. Procure desenhar TODAS as páginas (inclusive aquela quando o cara clicar em MAIS NOTÍCIAS), até por que, as vezes você dá o nome a uma seção de Destaques e imagina que vão aparecer as modelos do site em destaque, mas o programador pode achar que é um cadastro de articulistas em destaque. E eu não quero ver o Arnaldo Jabor de biquini.

Sub-seção especial: Animações em Flash!

Outra situação muito comum é o cliente (ou até a criação da agência) querer fazer uma versão mega-maxi-ultra-flash-animado-piscante do site. Nada contra as coisas em um site chamarem atenção, mas vão aí alguns comentários (pois há outros meios que não piscar ou fazer wooosh!):

1 – A tecnologia Flash permite os efeitos mais animação. Quando falamos de usabilidade na internet o efeito de “transição” entre as páginas é péssimo, principalmente para o visitante que entrou no site para buscar alguma informação útil. Eu sei que as vezes pode parecer, em sites normais, que eles estão meio caidinhos, mas aquilo agiliza muito a busca pela informação no site. Conheço e sei o efeito que a animação em flash provoca no DONO do site, que gosta de ver seu negócio piscando, se mexendo e flutuando, mas quem visita não é admirador de vocês, é alguém que quer contratar o serviço.

2 – O fato de se usar o flash, deixa o site muuuuito demorado para carregar, o que incomoda totalmente o visitante, e se ele tiver em bandas lentas (menos de 2 MB), o site demora uma eternidade para carregar. Isto para abrir, pois depois, para carregar cada página no site, outra eternidade.

3 – Um outro detalhe é que o site feito em flash é pouco flexível, ou seja, a possibilidade de atualização das informações é custosa, pois toda vez que você tiver que mudar fotos ou textos no site, precisará da empresa que desenvolve (que não trabalha de graça). Já no modelo de programação em HTML (com banco de dados), há a possibilidade de atualizar praticamente TODAS as fotos, textos e notícias do site, através de um portal que agiliza muito para abastecer este conteúdo.

4 – Um outro aspecto mais técnico, é que os buscadores (Google, Yahoo, Bing, etc…) têm um problema gravíssimo com sites feitos em flash, e quando ele tenta encontrar informações daquele site, para colocar o site como resultado de busca, não aparece bem. As vezes procuramos no Google por empresas usando como termo de busca o próprio nome da empresa, e ela nem aparece. Se a empresa não aparece bem para seu próprio nome, imagine para palavras-chave relacionadas à sua empresa, buscadas por pessoas que não necessariamente te conhecem.

5 – Um outro aspecto é a Música no site. Eu sei que parece que fica legal, mas na 3a vez que a pessoa entrar no seu site ela vai querer morrer, e não vai aguentar ouvir aquela música que ele amava, nem no rádio. Falo por experiência, de váários sites que a pessoa insistiu na música (normalmente do U2), e deu dois meses, quis tirar fora…

6 – Outra coisa é o preço mais abusivo do flash, que por dar mais trabalho e ser menos flexível, demanda um prazo maior e um custo também. Sem contar que cada alteração gera também novo custo.

7 – E não podemos esquecer do efeito: “ACABEIDECOMPRARUMIPHONEÉAMELHORCOISADOMUNDOAGORAQUEROMEUSITEIGUAL”. Lembrem-se, o Iphone é um telefone, não um site.

Espero que estas diretrizes ajudem, e espero mais ainda por respostas e discussões e INCLUSÕES em cima destes pontos citados.

Como programar pensando no SEO

Segue agora algumas diretrizes que devem ser usado para todo programador que quer contruir sites otimizados para mecanismos de busca.

Estas diretrizes são fruto de aprendizado de 3 anos trabalhando na área de SEO:

- Todas as páginas do site tem que poder controlar TITLE, KEYWORDS e DESCRIPTION
- As animações do site, quando possível, serem feitas pelo JQUERY, usando imagens ao invés de Flash
- Todas as imagens do site terem os campos ALT e TITLE configuráveis
- Os cabeçalhos das páginas devem ser feitos utilizando as TAGs H1 e H2
- As páginas devem ter URLs únicas e descritivas, de acordo com o conteúdo
- Todas as páginas tem que ser configuradas para todos os idiomas do site, e nas informações do header, deve dizer qual é o conteúdo. Sendo assim, as tags de imagens e title, keywords e description devem ser de acordo com as línguas também.
- Todos os links devem ser em texto (a não ser que impossível), e possuírem a tag TITLE
- Onde puder, o conteúdo deve ser em texto, e não imagem, aproveitando ao máximo o CSS
- As notícias devem ter seu conteúdo preparado para RSS, separando forma de conteúdo
- As páginas devem ser todas validadas pela W3C
Alguém acrescenta alguma?

O segredo do SEO – Conteúdo é Rei! Content is King!

Este post conclui a série “A Página Perfeita”.

Ofereça conteúdo e serviços de qualidade

Segundo o Guia do Google:

Na definição do Guia, “Criar conteúdo útil e atraente irá provavelmente exercer maior influência no seu site do que qualquer um dos outros fatores discutidos aqui. Os usuários reconhecem conteúdo de qualidade quando o vêem e é provável que o queiram compartilhar com outros usuários. Isso pode ocorrer através de blogs, redes sociais, e-mails, fóruns, ou outros meios”.

Práticas recomendadas:

• Escreva textos de fácil leitura;
• Mantenha-se centrado no tema;
• Utilize uma linguagem adequada;
• Crie conteúdo exclusivo e atualizado;
• Ofereça conteúdo e serviços exclusivos;
• Crie conteúdo essencialmente para os seus usuários e não para os mecanismos de pesquisa.

Evite:

• Escrever textos desleixados, com muitos erros ortográficos gramaticais;
• Incorporar textos em imagens (os usuários podem querer selecionar o texto e os mecanismos de pesquisa não conseguem lê-lo);
• Colocar grandes quantidades de texto sobre temas variados em uma página sem parágrafo, subtítulo, ou sem nenhuma separação;
• Reescrever (ou copiar) conteúdo existente que vai trazer pouco valor extra para seus usuários;
• Ter versões de seu conteúdo duplicadas ou muito parecidas em seu site;
• Inserir palavras-chave repetidas que visam os mecanismos de pesquisa e que sejam desnecessárias, sem sentido ou incomodem os usuários;
• Ter blocos de texto com “freqüentes erros ortográficos utilizados para chegar a esta página”, o que adiciona pouco valor para os usuários;
• Usar texto escondido para seus usuários, mas aparente aos mecanismos de pesquisa.

Agora sim minhas dicas:

• Fator extremamente importante para a otimização;
• Deve ser atualizado com a maior freqüência o possível;
• Deve ser bem escrito (é visível aos visitantes);
• Deve conter palavras-chave que estejam no título, descrição e cabeçalhos do site.

Como fazer os melhores textos âncora (link text) para SEO

Este post faz parte da série “A Página Perfeita”.

Escrevendo textos âncora melhores

Segundo o Guia do Google:

Na definição do Guia, “texto âncora é o texto clicável que os usuários vêem como link, e é colocado dentro da tag de âncora <a href=“…”> </a>. Este texto diz aos usuários e ao Google algo sobre a página que você está apontando. Links em sua página podem ser internos ou externos.”.

Práticas recomendadas:

• Escolha um texto descritivo;
• Escreva textos concisos;
• Estilize seus links de forma a torná-los facilmente reconhecíveis;
• Pense também no texto âncora para links internos.

Evite:

• Escrever textos âncora genéricos como “página”, “artigo” ou “clique aqui”;
• Utilizar um texto off-topic ou que não tenha relação com o conteúdo da página apontada;
• Utilizar a URL da página como texto âncora como regra geral (existem, porém, circunstãncias onde faz sentido utilizar a URL, tal como a promoção ou referência a um novo site);
• Escrever textos âncora muito longos, tais como uma frase longa ou parágrafo;
• Usar CSS ou estilos que faça com que links se confundam com texto normal;
• Preencher o texto âncora com palavras-chave ou frases longas apenas para ludibriar os mecanismos de pesquisa;
• Criar links desnecessários que não ajudem o usuários a navegar em seu site.

Agora sim minhas dicas:

• É um fator importante para bom ranking;
• Use menus em texto, e não imagens (na medida do possível);
• Se possível, deve conter no texto E na url de destino, as palavras-chave do site;
• Usar sempre a tag TITLE para seus links, ali você faz a descrição da página para onde o visitante está indo.

Como otimizar as imagens de meu site para SEO

Este post faz parte da série “A Página Perfeita”.

Otimização do uso de imagens, tags <ALT> e <TITLE>

Segundo o Guia do Google:

Na definição do Guia, “imagens podem parecer um simples componente do seu site, mas você pode otimizar a utilização delas. Todas as imagens podem ter um nome de arquivo e atributo ‘alt’ (alternativo) únicos, dos quais você deve tirar vantagem. O atributo ‘alt’ permite especificar um texto alternativo para a imagem, caso ela não possa ser exibida por alguma razão.”.

Práticas recomendadas:

• Utilize nomes de arquivos e atributos “alt” curtos e descritivos;
• Forneça atributos “alt” ao utilizar imagens como links;
• Armazene imagens em um diretório separado;
• Utilize formatos de arquivos amplamentes suportados (JPG, GIF, PNG e BMP)

Evite:

• Utilizar nomes genéricos como “imagem1.jpg”, “foto.gif”, “1.jpg” quando possível;
• Escrever nomes extremamente longos;
• Preencher o atributo “alt” com palavras-chave ou copiar e colar frases inteiras;
• Atributos “alt” excessivamente longos que podem ser considerados spam;
• Utilizar apenas imagens como links de navegação.

Agora sim minhas dicas:

• Para toda tag “alt”, usar uma tag “title”, com o mesmo conteúdo (réplica!);
• A descrição da imagem deve ser relevante ao conteúdo da imagem;
• A descrição da imagem deve ser relevante às palavras-chave do cliente;
• No máximo 80 caracteres para cada imagem;
• Deve ser feito em TODAS as imagens do site.

Como usar bem os cabeçalhos (H1 e H2) para SEO

Este post faz parte da série “A Página Perfeita”.

Uso apropriado das tags de cabeçalho

Segundo o Guia do Google:

Na definição do Guia, “as tags de cabeçalho são utilizadas para apresentar a estrutura da página para os usuários. Existem seis tamanhos de tags de cabeçalho começando com <h1>, a mais importante, e terminando com <h6> , a de menos importância”.

Práticas recomendadas:

  • Imagine que está escrevendo um resumo esquemático;
  • Utilize tags de cabeçalho com moderação.

Evite:

  • Colocar textos na tag de cabeçalho que não são úteis na definição da estrutura da página;
  • Utilizar tags de cabeçalho onde outras tags como <em> ou <strong> façam mais sentido;
  • Alternar entre tags de cabeçalho sem nenhuma lógica;
  • Utilizar tags de cabeçalho de forma excessiva em toda a página;
  • Colocar todo o texto da página em uma tag de cabeçalho;
  • Utilizar a tag de cabeçalho apenas para definir o estilo do texto e não para estruturá-lo.

Agora sim minhas dicas:

  • Deve haver pelo menos uma frase com <H1> e uma em <H2>;
  • Deve ser bem escrito (lembre-se, é diretamente visível para os visitantes);
  • Deve utilizar palavras-chave que estejam no título e nas descrições.

Como estruturar meus diretórios para SEO

Este post faz parte da série “A Página Perfeita”.

Estrutura das URLs do site

Segundo o Guia do Google:

Na definição do Guia, “Criar categorias e nomes descritivos para os documentos em seu site pode ajudar não apenas você a manter seu site mais bem organizado, mas também pode levar a um melhor rastreamento de seus documentos pelos mecanismos de pesquisa. Além disso, proporcionará URLs mais fáceis e ‘simpáticos’ para quem deseja criar um link ao seu conteúdo. Os visitantes podem se sentir intimidados por URLs extremamente longas e que contenham poucas palavras reconhecíveis”.

Práticas recomendadas:

• Use palavras nas URLs;
• Crie uma estrutura de diretório simples;
• Disponibilize apenas uma URL para cada documento

Evite:

• Utilizar URLs longas com demasiados parâmetros e IDs de sessão;
• Escolher nomes genéricos para suas páginas como “pagina1.html”;
• Uso excessivo de palavras-chave como “figurinhas-beisebol-figurinhas-beisebol-figurinhas-beisebol.htm”;
• Ter diversas concatenações de subdiretórios como “../dir1/dir2/dir3/dir4/dir5/dir6/pagina.html”;
• Usar nomes de diretório que não tenham qualquer relação com o conteúdo contido neles;
• Deixar página nos subdomínios e no diretório raiz (por exemplo: “domínio.com.br/pagina.htm” e “sub.dominio.com.br/pagina.htm”) com o mesmo conteúdo;
• Misturar versões de UTL com e sem WWW. Em sua estrutura de links internos;
• Utilizar URLs em caixa alta (muitos usuários preferem URLs escritas em minúsculas e se lembrarão delas mais facilmente).

Agora sim minhas dicas:

• Colocar como prefixo para os arquivos ou diretórios, as principais palavras-chave do seu site;
• Se precisar usar frase, utilize o hífen para separar as palavras;
• Faça esta estrutura para Imagens, Páginas e Diretórios.